quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O MANUAL INTERGALÁCTICO


MANUAL INTERGALÁCTICO

Transcomunicação autorizada pelo Ser Maior dirigente supremo das ações do Comando Ashtar, Comandante Ashtar Sheran.
Autorização Planetária concedida pelo Senhor do Mundo Mestre Saint Germain e representante oficial para ações do planeta Terra, Mestre Sananda.


PRIMEIRA PARTE


informações

Para aqueles irmãos que vem acompanhando atualmente o processo de purificação pelo qual o planeta Terra está sendo submetido, o Comando Ashtar repassa agora, por meio desse Manual Intergaláctico, algumas informações sobre determinadas ações que estão sendo realizadas, ou que em breve serão efetivadas no planeta Terra. A Transição Planetária, em andamento desde o tempo que Jesus desceu à Terra na forma do Cristo, chega atualmente as suas últimas etapas. Felicidade para poucos, tristeza para muitos. Com a aproximação do pré-apogeu, é de suma importância que efetivamente haja uma preparação tanto a nível interno como externo por parte do ser humano. De muito pouco adianta, àquele que compreende os eventos externos da Transição Planetária, se internamente não desenvolveu uma base sólida e confiável. Do mesmo modo, aquele que isto já efetivou, isto é, está se autotrabalhando, deve procurar ao máximo ajudar a preparação do ambiente externo- envolvendo nisto outras pessoas. Cada ser humano que inicia sua preparação para o apogeu da Transição Planetária, é um “escolhido” entre muitos, e não deve se ausentar da responsabilidade de colaborar pela preparação daqueles que ainda permanecem na ignorância.
Assumir esta missão é um ato de Amor ao planeta, à vida e à Criação.
Que todos vocês que lêem estas linhas possam de alguma forma colaborar
para a preparação dos habitantes do planeta Terra com vistas ao apogeu
da Transição Planetária.
Avante irmãos, pois ainda há muito trabalho pela frente.

Sinceras saudações
Ashtar Sheran


SEGUNDA PARTE


o momento atual

Desde o ano de
1999 a contagem regressiva para o início do pré-apogeu da Transição Planetária foi iniciada em todas as dimensões pertencentes ao planeta Terra. De acordo com o padrão de comportamento, pensamento e sentimento do ser humano nas duas últimas décadas em comparação aos dois últimos séculos, foi possível estabelecer muitas relações e prognósticos. A partir de 1960 até a época atual, o livre arbítrio humano vem sendo suprimido cada vez mais por Leis Supremas a esta. De acordo com determinações do Conselho Planetário, após uma Conferência Solar, onde todos os Senhores de Mundo, de todos os planetas mestres deste Universo compareceram, foi determinado e aprovado pelo Logos Supremo, a ativação cada vez mais intensa de Leis Reparadoras75 para o planeta Terra.

Desse modo, a partir de 1960, o Comando Ashtar foi autorizado e começou a escanear energeticamente todas as formas de energia deste planeta, realizando um levantamento global da situação encarnatória de todos os seres. Esta ação possibilitou uma reorganização do momento planetário, onde o planeta começou a ser preparado para receber Leis mais sutis. O ser humano então aos poucos foi percebendo que a sua vontade a nível material não era mais a maior responsável pelos atos em si, mas estava cada vez mais subordinada às Leis Reparadoras.

Como de forma quase geral os habitantes do planeta Terra estavam cada vez mais o destruindo; a introdução das Leis Reparadoras foi uma forma que a Direção Planetária encontrou para impedir a destruição total deste orbe.
Atualmente as pessoas estão se defrontando com todo o padrão negativo de suas vidas pretéritas e do presente. O resgate de ações negativas do passado é hoje uma obrigação daqueles que assim necessitam. A atenção então deve-se dar, para não se realizar ações negativas no presente, pois se o saldo encarnatório total atingir um grau muito elevado (de ações negativas), o ser será obrigado a trilhar momentos muito difíceis neste orbe.

75 Leis Reparadoras são um conjunto de Leis Supremas que visam restabelecer a ordem e a harmonia a um planeta. Quando o grau de ações negativas da humanidade atingiu uma determinada diferença em relação as ações positivas, certas Leis Reparadoras são efetivadas justamente para resgatar este equilíbrio.
A atenção maior é para se colaborar com o momento planetário, e não se opor a ele. O ser deve expandir a sua consciência e voluntariamente ter a intenção de limpar qualquer mancha do passado no presente, preparando um novo momento para o seu futuro. Saber que a dor e o sofrimento de hoje, são o esforço que ele próprio faz, para sanar qualquer débito passado, não necessitando mais ficar preso as suas ações de outrora. O ciclo de nascimentos e mortes na 3a dimensão física deve ser o quanto antes superado, para que o Ser tenha condições de almejar dimensões mais sutis e evoluídas.
Grande parte da população humana ainda continua ignorante a esses fatos e se prendem cada vez mais a débitos encarnatórios. Grande prejuízo e atraso isso significa a esses seres.


TERCEIRA PARTE


a ativação do Carma Coletivo

Nesse ínterim, de acordo com o capítulo anterior, o que necessita ficar claro para o ser humano que habita o planeta Terra na época atual, é que a civilização terrena atravessa um período de extrema purificação global, ou seja, é um momento de muita atenção, pois resgates cármicos a todo instante estão sendo ativados. Se sempre o desenvolvimento da consciência cósmica era uma prática aconselhável para o ser que desejasse expandir a aura de sua evolução como encarnado, agora na época atual dizemos que isso é uma NECESSIDADE.
Todo ser é formado por um composto de corpos materiais que vibram em diferentes dimensões, a saber: o corpo físico, o copo etérico ou duplo etérico, o corpo astral-emocional, o copo mental concreto e abstrato e o corpo espiritual. Esses corpos trazem consigo informações de todas as existências do ser, seja neste ou em outro planeta. Desse modo, muitos desses corpos encontram-se com uma vibração muito aquém da desejada, ainda mais para um orbe que está prestes a adentrar na 4a dimensão-físico-atômica. Essa lentidão na velocidade dos elétrons desses corpos que compõe o ser humano é devido a ações negativas praticadas por ele em existências pretéritas.
Toda ação contra as Leis da Vida ficam gravadas na aura dos corpos materiais, seja ele o físico, o etérico, o emocional ou o mental. Quando um desses corpos encontra-se muito “sobrecarregado” de energias densas, é necessário limpá-lo, a fim de que o ser possa desenvolver-se mais rapidamente. É isso que ocorre atualmente na superfície do planeta Terra com os seus habitantes: as pessoas estão sendo levadas a encontrarem-se de frente com os seus medos e ações irresponsáveis de outrora. O que por muito tempo ficou escondido, agora está vindo à tona. E isso não ocorre apenas com uma pequena parcela da população global, mas com toda a população do globo! Como há muita ação para ser reparada, o trabalho é muito intenso. Além disso, a maioria das pessoas nega-se a reparar seus atos, o que dificulta ainda mais o processo de limpeza. Uma coisa precisa ficar claro: a Lei do Carma foi ativada em patamares consideráveis para essa civilização, e o que tiver de ser reparado e limpo será, queira ou não o indivíduo humano!
Se o ser tiver claro para ele, que essa limpeza vem ajudá-lo a desenvolver-se como Ser Humano rumo a ditames mais sutis, ele poderá colaborar e muito com todo o processo de purificação. Não se deve colocar jamais em oposição ao que está programado a ocorrer. Isso é mais um ato de imaturidade e irresponsabilidade que só vem tornar o presente mais difícil e doloroso.


QUARTA PARTE


os processos de Limpeza

A criança levada que brincou desorganizadamente no passado, é hora agora de amadurecer e tornar-se um adulto moderno. Mas para aqueles que assim não desejarem, as Leis da Vida abrem a possibilidade de que esses seres ainda ignorantes à vida imaterial, sejam levados a habitarem planetas em estado de evolução ainda bem primitivos. “A cada um, segundo as suas obras” já alertava o mestre Jesus e assim será feito no momento final do apogeu da Transição Planetária.

Mas antes de partir, seja para orbes inferiores ou superiores a este em evolução moral e tecnológica, o ser deverá quitar toda a sua dívida com as Leis do planeta Terra.
Então procure mudar os hábitos de sua vida, antes que esta o obrigue a mudar à força! Coloque-se a favor da correnteza, e não contra ela.
Muitos seres estão sendo acometidos por doenças físicas e psíquicas.

Desencarnes súbitos estão ocorrendo. Desastres naturais cada vez mais se fazem presentes. Há muita dúvida e insegurança entre as pessoas.
Esse sentimento de vazio e desconexão em relação à vida, acometerá cada vez mais os seres que mantiverem um padrão materialista como hábito diário.
O vazio e a dor do apego são uma resposta natural da vida, a todo aquele que achou que o mundo material fosse o único e o verdadeiro. O vazio também serve como aviso (alarme), demonstrando ao ser que as suas crenças não estão corretas, e que ele necessita mudar para evoluir.
Se vive diariamente dentro de um hospício ou de um hospital geral, necessita ter muita confiança e fé em si mesmo para não cair em desgraça também. Pois bem irmãos, abram seus olhos e vossas consciências, e percebam que o vosso planeta, onde viveis, é um grande hospital de almas enfermas, que abriga em seus leitos (países) seres
desequilibrados de vários graus.
Atenção pois para vós também não se deixar cair em tentação e desgraça. ORAI E VIGIAI. Lembrai-vos também que as Leis da Vida são para todos, inclusive aqueles que adentram momentos mais sutis.
Todos vocês estarão sendo, cada vez mais, submetidos a resgatar todas as ações em desacordo, de hoje e de ontem. Portanto, muita atenção!


QUINTA PARTE


a influência do planeta intruso X-4 e do portal interdimensional S-9

Há dois movimentos, em determinado ponto, opostos em ação no vosso orbe. Ao mesmo tempo, o planeta Terra se aproxima cada vez mais do portal interdimensional (cinturão de fótons) S-9, que lhe dará passagem à 4a dimensão-físico-atômica; e também está recebendo cada vez mais intensamente as influências deletérias do magnetismo do planeta X-4.
As irradiações geradas pelo portal S-9 são extremamente positivas para auxiliar a sutilização do ser humano de 3a dimensão-físico-atômica.
Já o magnetismo do planeta X-4 é extremamente denso e puxa para si tudo aquilo que vibra num patamar mais negativo.

Desse modo, práticas espirituais serão cada vez mais comuns, com uma profundidade cada vez maior, do mesmo modo que ações violentas e de baixa estirpe vibratória também serão observadas com freqüência. Isso porque está ocorrendo a separação entre o “joio” e o “trigo”, ou seja, seres que decidiram se sutilizarem, trabalhando na senda da espiritualidade, estão se coligando já com as emanações da 4a dimensãofísico- atômica oriundas do portal S-9.
Por sua vez, aqueles seres que decidiram continuar na senda da violência e da vida essencialmente material estão se coligando com as energias vindas do planeta X-4 e, tendo dessa forma, seus instintos aguçados.
Tudo isso funcionando de acordo com a Lei de Sintonia Vibratória!


SEXTA PARTE


o livre arbítrio

A vida humana, como se processa atualmente no planeta Terra, é uma sucessão de
decisões acerca de vários pontos da vida cotidiana do ser humano. Algumas pessoas, após longa jornada evolutiva, em meio a muitas reencarnações, amadureceram a ponto de hoje não mais cometerem erros tão grosseiros com o seu livre-arbítrio.

O primeiro ponto que vocês humanos necessitam ter consciência é que toda,
absolutamente toda AÇÃO humana possui uma REAÇÃO. Pois bem, assim sendo, cada ser responderá ao longo de sua vida terrestre pelas suas ações presentes, como também pelas passadas. Se este ser se conscientizar desse fato, e se disciplinar para utilizar da maneira mais sábia possível o seu poder de agir no mundo da forma física, ele simplesmente irá resgatar toda a ação involutiva do pretérito, e no presente estará, com suas sábias ações, preparando a sua libertação da 3a dimensão-físico-atômica. Não há razão alguma para um ser permanecer nesta dimensão compulsoriamente, se conscientemente já aprendeu a utilizar o seu livrearbítrio.

O verdadeiro sábio não age apenas percebendo o mundo físico, mas este e o extrafísico.
Saber usar de forma positiva, de acordo com as Leis da Vida, o livre-arbítrio, é claro sinal de amadurecimento espiritual.
Mesmo frente a tantas injustiças sociais, econômicas e políticas, o ser deve realmente perceber o momento que o planeta Terra atravessa. É um momento totalmente peculiar, onde definitivamente as forças involutivas estão sendo expulsas deste orbe. Mas antes disso, elas agitarão ao máximo todas as esferas da vida, para realmente testarem, no mais íntimo de cada ser, se realmente ele já está apto a galgar dimensões da 4a dimensão-físico-atômica.
Até o momento final da Transição Planetária, todos- absolutamente todos devem estar muito atentos e não se deixarem seduzir pelas tentações produzidas pelas forças do mal.
VIGIAR E ORAR: essa é a regra fundamental. Jamais se esqueça disso irmão!
Avante, firmes aos novos tempos.


SÉTIMA PARTE


a preparação do Ser

Cada ser humano tem o dever de se preparar para as etapas –ciclos- finais do processo de purificação global. É um grande erro insistir em permanecer ligado unicamente às forças materiais da vida. Elas foram muito úteis em etapas anteriores deste planeta; mas hoje, neste ciclo de desenvolvimento, o ser não deve procurar identificação com o material-físico, mas sim com o espiritual, com o sutil presente no interior de cada um.
Os rituais materiais deste planeta são bitolantes, no sentido de não estimularem em nada os sentidos extra-físicos, como a intuição, mas pelo contrário, trabalham hipersensibilizando os sentidos (desejos) do corpo humano. Daí surgem os apegos!
Manter-se vivendo neste planeta é uma obrigação (a primária) de todo ser encarnado em um corpo físico-material. Mas misturar-se e apegar-se ao mundo da forma, é uma decisão de cada um. Se em momentos pretéritos esta postura já não era indicada, atualmente muito menos ela é! O vosso planeta está à beira de um colapso generalizado.
Só os cegos de consciência não percebem tal fato. O apocalipse está cada dia mais próximo, e em muito breve, o que conheceis hoje como vida humana não existirá mais neste planeta Terra!
Portanto, preparar-se para esses momentos é uma necessidade.
Saber agir no mundo, sem apegar-se ao mundo, é no mínimo uma atitude inteligente.


OITAVA PARTE


da preparação do Ser

Sois homem em forma material, que deve a cada momento aproximar-se da perfeição divina. O sentimento da vida deve ser, SEMPRE, rumo ao divino, ao CELESTE. Tudo aquilo que vai contra esse sentindo da vida deve ser banido imediatamente.
O divino deve estar no pensamento, no sentimento e na ação. Só assim haverá um real crescimento e amadurecimento espiritual.
O apego, a inveja, o egoísmo, o egocentrismo, a vaidade, a raiva, a cólera, a violência, o materialismo, o sensualismo, a mentira; tudo isso são facetas do mal. São caminhos que levam o ser humano a se prender na dor e no sofrimento, ficando escravo da roda de nascimentos e mortes desse mundo da forma.
Aquele que perder a fé em Deus, no Absoluto, não pode de maneira alguma almejar mundos mais sutis.
Aquele que dá preferência aos sentidos do corpo em detrimento à disciplina do espírito, não tem condições de almejar a saída do infortúnio.

Só aquele que possui sedimentado no seu espírito as bases da FRATERNIDADE CÓSMICA – AMOR-SABEDORIA E PODER- podem sim caminhar tranqüilos pela estrada da vida. Se há mudanças em andamento ou à vista onde habitas, fortifique ainda mais a sua adoração e a sua disciplina para e pelo Senhor Deus. Somente Ele poderá levá-lo a ditames mais ditosos.
Se foste criado pela vontade de Deus, foi para glorificar a criação com gestos do mais pleno amor, e jamais para pecar contra a vontade do Absoluto.


NONA PARTE


o processo de amadurecimento interno

Todo ser nasce de sua origem divina com a missão única de reconhecer-se totalmente de forma consciente como Criador Absoluto. Para isso, inicia uma longa jornada de descidas ao mundo da forma física, e nos vários Reinos da Natureza, de variados orbes. Aos poucos é testado quanto as suas capacidades. O ser deve aprender a viver sem destruir de forma nociva e a usar toda a sua capacidade criativa, que é Divina, para a evolução do Cosmos.
Desse modo, somos todos na verdade engenheiros cósmicos.
Cada vez mais vamos aprendendo a construir e reciclar os mundos e suas energias. Para tanto, o ser deverá ter total domínio-primeiramente, do seu próprio universo, que é a sua consciência.

Deve aprender a lidar com os pensamentos, usando essa energia tanto para o seu desenvolvimento como dos seus semelhantes. Deve, do mesmo modo, aprender a lidar com as emoções, e conjugá-las com a razão sem embaraços. Isso cada ser vai aprendendo a fazer ao longo de sucessivas encarnações.

Com esse processo de vivências no mundo da forma, o ser internamente vai amadurecendo para as Leis Cósmicas, e percebe que agir contra Elas, em nada ajudará o seu desenvolvimento rumo a patamares mais evoluídos.

Atualmente o ser humano sofre muitas influências de seus corpos da emoção, e muito raramente tem sabedoria suficiente para utilizar a sua razão, ou seja, seus corpos mentais, em auxílio aos corpos emocionais.
Isso gera um descompasso generalizado na energia do ser, dificultando a sua conexão com o seu núcleo interno, detentor da Verdade Única.
Deve ser, desse modo, intenção consciente de cada um, desenvolver maturidade a esses ditames, e não mais permanecer escravos das emoções, ou das perturbações mentais.

Para isso o ser deve antes de tudo permanecer em retidão, no silêncio interno, e ir promovendo o amadurecimento de seus corpos emocionais e mentais. Esses devem trabalhar em conjunto, em plena harmonia e não se contrapondo um ao outro. E mais do que isso, no curso desse amadurecimento, tais corpos devem alinhar-se com um corpo mais sutil, o Espiritual. Esse sim deve comandar todos os outros corpos, até que um
mais sutil do que o próprio espiritual assuma o comando.

Aqueles que permanecem sob o domínio do corpo emocional, estão irrevogavelmente fadados ao sofrimento. O amor nada tem a ver com esse corpo, o emocional. A não ser o amor mundano, repleto de apegos e medos. O verdadeiro amor, da entrega e da ajuda, advém de corpos mais sutis e da própria mônada, livre de qualquer tipo de apego ou medo.


DÉCIMA PARTE


a busca do Ser Interno

O verdadeiro objetivo de cada ser humano deste planeta, deveria ser preparar-se para a sua própria transição interna, que significa livrar-se gradualmente dos apegos e dos medos, de toda inveja, egoísmo e toda espécie de violência; assim como promover sua harmonização com o planeta Terra, através de uma alimentação natural e de hábitos de vida saudáveis.

Essa deve ser a busca de cada ser: preparar-se INTERNAMENTE para o processo de PURIFICAÇÃO que este orbe atravessa, assim como para o apogeu da Transição Planetária.
É lapidando o ser interno que realmente o indivíduo se prepara para este momento e os vindouros, e não buscando uma “segurança” externa contra cataclismos naturais. Em breve tudo mudará: apenas o que continuará é o que cada um desenvolveu dentro de si- o amor, a fé e a paz.

UM NOVO MUNDO ESTÁ SENDO PREPARADO PARA O PLANETA TERRA.
UM MUNDO ONDE VIVERÃO APENAS OS JUSTOS E OS PACÍFICOS, ONDE O AMOR-CRÍSTICO HABITARÁ CADA CORAÇÃO SERÁ UM MUNDO DE CRESCIMENTO MATERIAL A PARTIR DO ESPIRITUAL, ONDE A MORAL DO SER HUMANO SERÁ A MORAL DA LUZ O PLANETA TERRA CAMINHA NOVAMENTE PARA A SUA IDADE DE OURO, MAS AGORA SEM RETORNO A ESCURIDÃO, POIS APÓS O PRIMEIRO RAIO DE LUZ ILUMINAR ESTE ORBE NO PÓS-TRANSIÇÃO, SÓ EXISTIRÁ UMA COISA: AMOR.


fonte:

Jackie Liah An
Confederação Intergalactica e
CONSELHO ALFA OMEGA- SOL CENTRAL
Centro de Voluntários do Comando Ashtar

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

LORD METATRON - 15 DE AGOSTO


Amigos,esta é a tão esperada manisfestação de Lord Metatron de 15 de agosto de 2010,um paço gigantesco,em nossa libertação para a Unificação e Ascensão,pessoal/Planetária;muito clara em si mesma.Na sequência aguardamos"em ação",o comunicado de Mãe Maria.Tudo abençoadamente bem vindo.Shalom.


Mensagem de 15 de agosto (publicada em 16 de agosto de 2010) do SITE AUTRES DIMENSIONS

Ehieh. Asher. Ehieh.

Eu sou Senhor Metatron.

Bem Amado Povo das Estrelas, como foi preparado e anunciado, venho, em sua densidade, para revelar, liberar o que deve ser.

Venho entregar-lhes as últimas Chaves Metatrônicas, Vibrações da Luz pura e Autêntica, realizando, em sua densidade, a nova e Autêntica tri Unidade.

Venho, pela revelação dos Quatro Viventes, Quatro Cavaleiros, Quatro Orientes, permitir à Aliança Nova instaurar-se.

Assim, o Bem e o Mal, instaurados como único meio de vida, pelo Arcanjo Lúcifer, é hoje resolvido, pela adição, em suas Coroas, da Unidade, da Verdade, pela transcendência do Bem e do Mal, revelado e inicializado pelos Quatro Viventes.

A nova tri Unidade Vibratória, em vocês como nesse mundo, chamada Cristo, Miguel e Maria (de outro modo chamados, em linguagem Vibral, Ki-Ris-Ti, Is-Is e Im-Al) está doravante Vibratoriamente ativa, permitindo-lhes realizar a Cruz, a Coroa na Coroa, que permite elevar suas Vibrações até o Reino do Trono, até o Reino da Verdade, por intermédio de seu veículo ascensional.

Os quatro Viventes, Hayot Ha Kodesh, revelam-se, em seu mundo, pelos Quatro Cavaleiros, pelo despertar dos Elementos nos Quatro Orientes: Fogo, Terra, Água e Ar, permitindo então reunificar, na Coroa dentro da Coroa, o Trono da Verdade, o Trono da Autenticidade, da Vibração Unitária.

Pela ignição das 12 Estrelas, presentes na Coroa Radiante da Cabeça, como na Terra, pela reunificação da coroa central existente em sua cabeça, como no centro da Terra, pelo núcleo Cristalino do centro da Terra, por sua coroa central, realizando a alquimia da Roda na Roda, se desperta a Cruz, se desperta a Merkabah, permitindo-lhes, pelas 12 virtudes derramadas por Maria e o conjunto de sua Frota e de suas Estrelas, a partir desta noite e até o Anúncio de Maria, elevar suas Vibrações até a Existência, até o Sol.

Bem Amado Povo das Estrelas, a hora de seu despertar soou.

As Chaves Metatrônicas, Unidade, Verdade, para além do Bem e do Mal, restauram a Roda, em sua totalidade, quebrando assim o círculo vicioso e perverso da reencarnação, na Ilusão, liberando-os e permitindo-lhes, se sua Liberdade o aceita, viverem novamente livres de toda forma fixa, de toda personalidade fixa, de toda reencarnação fixa.

Reviver em conjugação e em ressonância a mais próxima com a Fonte, é a boa nova que eu deposito Vibratoriamente, entre vocês, hoje e a esta hora.

Cada tarde, às 19 horas (hora francesa – 14 horas – hora de Brasília), o conjunto das Estrelas de Maria, retransmitido pela Frota Intergaláctica de Luz, em sua nova tri Unidade revelada e desvendada (Cristo, Miguel, Maria), estará em vocês, em sua Essência, em sua Presença, em sua Vibração.

Vocês serão regados na Fonte de Água Viva, ilustrando o novo batismo de Fogo, nas Águas Bentas, pela Reunificação das quatro Coroas triangulares existentes na Cruz de sua cabeça.

Assim, portanto, realizando a Unificação do Alfa e do Ômega, realizando a Unificação de Im e Is (Hic e Nunc), conectando a Cruz, permitindo então a reversão, em vocês como deste planeta, fazendo-os ressoar e Vibrar em sua Presença eterna e Eternidade, a fim de, se tal é sua escolha, poder se extrair e se juntar à Unidade.

Assim, pela segunda vez, eu derramo, Povo das Estrelas.

Ehieh. Asher. Ehieh.

.... Efusão de energia...

O Fogo do Amor, e não mais o Fogo falsificado, Fogo da Unidade, Fogo da Verdade, Fogo do Coração.

Pela conjunção e ressonância da Coroa da cabeça, da Coroa do Coração e pelo Triângulo Sagrado da matéria, revelado a si mesmo, reunificado ao Sol Central, a partir desse dia, a Ascensão da Terra é uma coisa em curso.

Tudo, absolutamente tudo o que preparou o Arcanjo Miguel e nós mesmos, no Conclave, desde mais de um ano, encontra agora sua conclusão.

A nova tri Unidade, às quais entregamos a totalidade das Chaves Vibratórias (Cristo, Maria e Miguel), presente em vocês, Vibram em vocês, revelando seu DNA estelar, está hoje ativa.

Pela terceira vez: Ehieh. Asher. Ehieh.

.... Efusão de energia ...

Bem Amados Filhos da Fonte e Filhos da Lei do Um, a junção de sua Coroa na Coroa, e os Quatro Viventes ali se encontram, permitindo doravante, em vocês, Vibrar e viver, mesmo nesse mundo, a Verdade e a Unidade.

A promessa e o juramento realizam-se, sob seus olhos, sob seu olhar Interior.

Tudo o que, até o presente, tivesse encoberto, desviado sua atenção e sua Consciência da Verdade, dissolve-se.

Vocês são convidados a viver seus Casamentos de Eternidade.

A conjunção dos Casamentos Celestes com os Casamentos Terrestres os conduz a Vibrarem em sua Unidade, em sua Verdade.

Nada, nem ninguém, nesse mundo, pode apagar o que Eu, Senhor Metatron, criei.

Estejam presentes, em cada Sopro, em vocês mesmos.

Estejam também presentes e unificados, cada tarde, às 19 horas (14 horas – horário de Brasília), permitindo assim, em conjunção com a Terra, em conjunção com Cristo, com Maria e com Miguel, levar o que vocês são e levar a Terra e este Universo às Moradas da Eternidade.

Eu decreto aberta a Ascensão real e Autêntica da Terra, de seus habitantes de boa vontade, do Sol e do conjunto desse sistema solar.

Isso se realiza e realizar-se-á sob seus olhos, cada dia que é descontado aproximando-os do momento de Glória.

A Luz penetra, como alguns de vocês o vivem, o veem ou o sentem, o conjunto desse mundo.

Bem Amado Povo das Estrelas, não há nada a temer, na Unidade.

Não há nada a temer, em sua ressurreição.

Não há nada a temer, mesmo nesse mundo, porque nem um único fio de cabelo do Povo das Estrelas será tocado.

Pela potência de sua Merkabah, pela potência dos Quatro Viventes nas duas Coroas misturadas da cabeça e do Coração, pelo Fogo do Éter e o Fogo da Terra, pela Tripla Unidade presente em vocês de Cristo, Maria e Miguel, a Unidade se estabelece, em vocês, entre vocês, ao redor de vocês e sobre o conjunto do mundo.

Um mundo novo, uma Vibração e uma Dimensão novas, onde a Sombra não existe mais, onde tudo é Paz e Alegria, aparecerá pouco a pouco, em vocês e no exterior de vocês.

Resta, como foi anunciado pelos profetas, realizar a palavra e a promessa.

O apocalipse entra agora, pela liberação dos Quatro Cavaleiros e dos Anjos dos Quatro Orientes, em sua fase final.

Uma era termina.

Outra nasce.

Assim é o ciclo da vida, dobrando-se, nesse mundo ilusório, do retorno à Verdade.

Vão na Paz.

Vão na Verdade.

Vão na Alegria.

O que é agora, com vocês e em vocês, é a Alegria da Unidade reencontrada.

Na Coroa Radiante, na Cruz dos Quatro Viventes, presente em sua cabeça e em seu Coração, na Coroa Radiante do Coração e da cabeça, cabe-lhes voltar a vibrar as Sílabas Sagradas, que permitirão ativar a Merkabah.

Cantem, quando bem lhes pareça.

O conjunto dos 24 Melquisedeques intervirá, nas semanas que vêm, para dar-lhes o modo de empregar a últimas Chaves Metatrônicas na Coroa Radiante, nas 12 Estrelas, permitindo-lhes, em função de suas necessidades, recorrer a um ou a outro dos Quatro Viventes, em sua vida como no exterior de sua vida, permitindo, assim, desvendar e ativar os potenciais espirituais, novos, agora e já, nesse mundo.

Vocês voltam a tornar-se assim os Filhos Ardentes do Sol.

Pelo nascimento do Cristo Interior e da nova tri Unidade verídica, torna-se possível viver do Fogo, da Água, da Terra e do Ar, realizando o milagre do éter revelado, que lhes foi subtraído pela Ilusão Luciferiana.

Hoje, isso é Verdade.

Assim, inauguro, a partir de agora, pela vinda do primeiro dos Quatro Viventes, o caminho do conjunto das Lâmpadas da humanidade, do conjunto das Coroas da Terra.

Véuhiah. Véuhiah. Véuhiah.

.... Efusão de energia ...

Assim, o sagrado de OD-ER-IM-IS-AL, pela Cruz e pela Roda, pela tri Unidade instalada, eleva e revela.

Ehieh. Asher. Ehieh.

.... Efusão de energia ...

Assim, a Vibração do Verbo retorna à sua origem e à sua Verdade.

O Arcanjo Uriel encarrega-se da emergência da reversão, para vocês, Povo das Estrelas.

Reunificando-se a você mesmo, à nova tri Unidade, nós esperamos, e nós o sabemos: sua Unidade é restaurada, na liberdade, na Fonte.

Véuhiah. Véuhiah. Véuhiah.

.... Efusão de energia ...

Filhos de Luz, Povo de Luz, a Luz quebra as Trevas, não por um combate, mas pelo estabelecimento.

As Lâmpadas acendem-se.

O Fogo acende-se.

Filhos do Sol, filhos da Eternidade, Filhos de Maria, Portadores da Chama de Miguel, Portadores de Ki-Ris-Ti, o conjunto do Conclave lhes exprime sua mais profunda gratidão, onde quer que vocês estejam na superfície desta Terra, por terem permitido e facilitado o retorno à sua própria Unidade.

Hoje é um grande dia.

A Revelação de sua tri Unidade Interior vai agir, nesse mundo, com uma potência inegável.

Eu os remeto, para isso, ao que foi exprimido em suas clari-visões por São João, por No Eyes e por tantos outros.

Diante de vocês manifesta-se o Final que é o rompimento de Luz, rompimento de sua Verdade e de sua Eternidade.

Nossa gratidão e nossa Presença os acompanham.

Véuhiah. Véuhiah. Véuhiah.

.... Efusão de energia ...

No começo da Ilusão, fechados no Bem e Mal, criados no Bem e Mal, a compreensão da Luz foi tal que o esquecimento de sua Dimensão estelar, que os ciclos de reencarnação (sob a influência da lei de carma criada por Lúcifer), os fecharam há tão longo tempo.

A Verdade que eu enuncio não é uma Verdade para aceitar, mas para viver.

Pela ativação de suas Coroas, pela restituição em vocês da Unidade (uma das estrelas), pela restituição em vocês de Ki-Ris-Ti (uma das estrelas de sua cabeça), pelo desvendamento do Bem e do Mal (outras estrelas de sua cabeça e da Terra), pela rotação da Cruz, da Coroa na Coroa, pelo Despertar do Fogo Sagrado, tudo lhes é restituído.

É sua herança, é seu direito o mais absoluto e o mais inviolável.

O conjunto dos Quatro Viventes estende, a partir de agora, sua ação, em vocês, como sobre a Terra, marcando-os assim no Coração e na fronte, com o selo da Verdade e com o selo da Unidade.

Eu sou Aquele que Eu sou.

Ehieh Asher Ehieh.

No Amor e na Unidade, no Fogo de nossa Realiança e de nossa ressonância, Povo das Estrelas, a Graça os acompanhe, doravante, até o último momento.

Eu os deixo então trabalhar, em vocês e sobre esse mundo.

Lembrem-se de se unificarem na nova trindade, tri Unidade, em vocês como com o conjunto de Sementes de Estrelas, que participarão, com vocês, nesse trabalho de Ascensão, nesse trabalho Unitário, na Alegria.

Eu sou Senhor Metatron.

Povo das Estrelas, bem vindo.

Compartilhamos essas informações em toda sua transparência. Agradecemos em fazer o mesmo, se a divulgarem, reproduzindo integralmente este texto e citando sua fonte: http://www.autresdimensions.com/

Versão do francês para o português: Célia G.

sábado, 21 de agosto de 2010

OS FILHOS CRIADORES DO PARAÍSO - O LIVRO DE URÂNTIA


Caros amigos,mais uma vez,me permito dizer-lhes para sentirem-se totalmente à vontade,pois estas são informações diferenciadas e autênticas,mas não são as que estão acostumados a receber.
Estou totalmente à vontade por apresentá-las a quem nuca as leu,mas os convido a senti-las,além do racional,muito além,todos podemos e conseguimos,basta querer. Shalom.


Os Filhos Criadores do Paraíso


OS FILHOS Criadores são aqueles que geram os universos locais do tempo e do espaço; e que os governam. Esses criadores e soberanos do universo são de origem dual, incorporando as características de Deus, o Pai, e de Deus, o Filho. Cada Filho Criador, todavia, é diferente de todos os outros; cada um deles é único em natureza, bem como em personalidade; cada um é o “Filho unigênito” do ideal perfeito da deidade de sua origem.

No imenso trabalho de formar, organizar, fazer evoluir e perfeccionar um universo local, esses Filhos elevados sempre desfrutam da aprovação sustentadora do Pai Universal. A relação dos Filhos Criadores com o seu Pai do Paraíso é tocante e superlativa. Dúvida alguma há de que a profunda afeição da Deidade pela sua progênie divina seja a fonte do amor, cheio de beleza e quase divino, que os pais mortais também nutrem pelos seus filhos.

Esses Filhos primeiros do Paraíso são personalizados como Michaéis. Quando saem do Paraíso para fundar os seus universos, são conhecidos como Michaéis Criadores. Quando estabelecidos em autoridade suprema, eles são chamados de Michaéis Mestres. Algumas vezes, referimo-nos ao soberano do vosso universo de Nébadon como Cristo Michael. Para sempre, eternamente, reinam eles, segundo a “ordem de Michael”; sendo essa a designação do primeiro Filho da sua ordem e natureza.

O Michael original, ou primogênito, nunca experienciou a encarnação como um ser material, mas por sete vezes ele passou pela experiência de ascensão da criatura espiritual, nos sete circuitos de Havona, tendo avançado, desde as esferas externas, até o circuito mais interno da criação central. A ordem de Michael conhece o grande universo de uma extremidade a outra; não há nenhuma experiência essencial, de qualquer dos filhos do tempo e do espaço, da qual os Michaéis não hajam pessoalmente participado; eles são de fato partícipes, não apenas da natureza divina, mas também da vossa natureza, de todas as naturezas, da mais alta à mais baixa.

O Michael original é o alto presidente dos Filhos primários do Paraíso, quando eles se reúnem para conferências, no centro de todas as coisas. Não faz muito tempo, em Uversa, registramos uma transmissão universal de um conclave extraordinário, na Ilha Eterna, de cento e cinqüenta mil Filhos Criadores, reunidos na presença dos seus Pais e empenhados nas deliberações que têm a ver com o progresso da unificação e estabilização do universo dos universos. Esse era um grupo seleto de Michaéis Soberanos, Filhos já com as sete auto-outorgas cumpridas.

1. Origem e Natureza dos Filhos Criadores

Quando a plenitude da ideação espiritual absoluta, no Filho Eterno, alcança a plenitude do conceito da personalidade absoluta, no Pai Universal; quando tal unificação criadora é final e plenamente atingida; quando essa identidade absoluta de espírito e essa unificação infinita de conceito de personalidade ocorrem, então, imediatamente, sem que nenhuma das Deidades infinitas perca nada em personalidade ou em prerrogativa, surge nesse momento exato, em existência plena e completa, um Filho Criador novo e original; um Filho unigênito do ideal perfeito e da idéia poderosa, cuja unificação produz essa nova personalidade criadora, em poder e perfeição.

Cada Filho Criador é uma progênie unigênita e unicamente-gerável, da união perfeita entre os conceitos originais das duas mentes infinitas, eternas e perfeitas dos Criadores, para sempre eternos e existentes, do universo dos universos. Nunca poderá existir um outro Filho como este ou aquele; porque cada Filho Criador é a expressão inqualificável, acabada e final, e é a incorporação de toda e qualquer fase, de cada característica, de cada possibilidade e de cada realidade divina que jamais poderia, por toda a eternidade, ser encontrada ou expressa, ou ainda evoluir a partir daqueles potenciais criativos divinos que se uniram para trazer esse Filho Michael à existência. Cada Filho Criador é o absoluto dos conceitos unificados da deidade, que constituem a sua origem divina.

As naturezas divinas desses Filhos Criadores são, em princípio, derivadas igualmente dos atributos de ambos os Pais, do Paraíso. Todos compartilham da plenitude da natureza divina do Pai Universal e das prerrogativas criadoras do Filho Eterno; mas, à medida que observamos as realizações práticas das atribuições dos Michaéis nos universos, discernimos diferenças aparentes. Alguns Filhos Criadores parecem ser mais como Deus, o Pai; outros, mais como Deus, o Filho. Por exemplo: a tendência da administração, no universo de Nébadon, sugere que o seu Filho Criador e governante seja um daqueles cuja natureza e cujo caráter assemelham-se mais aos do Filho Materno Eterno. Deveria ainda ser dito, pois, que alguns Michaéis do Paraíso, que presidem aos universos, se assemelham igualmente a Deus, o Pai, ou a Deus, o Filho. E tal observação, em nenhum sentido, implica crítica nenhuma, é apenas o registro de um fato.

Não sei o número exato de Filhos Criadores que existem, mas tenho boas razões para acreditar que há mais de setecentos mil. Ora, sabemos que há exatamente setecentos mil Uniões dos Dias; e nenhum mais está sendo criado. Também observamos que os planos de ordenação da idade atual do universo parecem indicar que um União dos Dias deve estar sediado, em cada universo local, como embaixador conselheiro da Trindade. Notamos, ademais, que o número constantemente crescente de Filhos Criadores excede já o número estacionário de Uniões dos Dias. Contudo, no que concerne à quantidade dos Michaéis, além dos setecentos mil, nunca fomos informados de nada.

2. Os Criadores dos Universos Locais

Os Filhos do Paraíso da ordem primária são projetistas, criadores, construtores e administradores dos seus respectivos domínios, os universos locais do tempo e do espaço, unidades criativas básicas dos sete superuniversos evolucionários. A um Filho Criador é permitido escolher a localização espacial da sua futura atividade cósmica, mas antes mesmo de que possa começar a organização física do seu universo, deve passar por um longo período de observação, devotado ao estudo dos esforços dos seus irmãos mais velhos, em várias criações localizadas no superuniverso em que a sua ação foi projetada. Mas, antes mesmo de tudo isso, o Filho Michael haverá completado a sua longa e única experiência de observação no Paraíso e de aperfeiçoamento em Havona.

Quando um Filho Criador parte do Paraíso para embarcar na aventura de criar um universo, de tornar-se o dirigente — e, virtualmente, o Deus — do universo local da sua própria organização, então, pela primeira vez, ele encontra-se em contato íntimo com a Terceira Fonte e Centro e, sob muitos aspectos, torna-se dependente dela. O Espírito Infinito, ainda que habitando com o Pai e com o Filho, no centro de todas as coisas, está destinado a funcionar como o ajudante factual e efetivo de cada Filho Criador. Portanto, cada Filho Criador é acompanhado por uma Filha Criadora do Espírito Infinito; a qual é aquele ser que está destinado a tornar-se a Ministra Divina, o Espírito-Mãe ou o Espírito Materno do novo universo local.

A partida de um Filho Michael, nessa ocasião, libera para sempre as suas prerrogativas de criador, das Fontes e Centros do Paraíso, ficando sujeito apenas a certas limitações inerentes à preexistência dessas Fontes e Centros e a certos outros poderes e presenças antecedentes. Entre essas limitações às prerrogativas todo-poderosas, por outro lado, como criador, do Pai de um universo local, estão as seguintes:

1. A matéria-energia é dominada pelo Espírito Infinito. Antes que possam ser criadas quaisquer novas formas de coisas, grandes ou pequenas, antes que quaisquer transformações da matéria-energia sejam intentadas, um Filho Criador deve assegurar o consentimento e a cooperação do trabalho do Espírito Infinito.
2. Os projetos e tipos de criaturas são controlados pelo Filho Eterno. Antes que um Filho Criador possa engajar-se na criação de qualquer novo tipo de ser, de qualquer novo projeto de criatura, ele deve assegurar o consentimento do Filho Materno Original e Eterno.
3. A personalidade é projetada e outorgada pelo Pai Universal.

Os tipos e modelos de mente são determinados pelos fatores do ser da pré-criatura. Depois que esses fatores houverem sido associados para constituir uma criatura (pessoal ou não) a sua mente é um dom da Terceira Fonte e Centro, fonte universal do ministério da mente a todos os seres abaixo do nível dos Criadores do Paraíso.

O controle dos projetos e tipos de espírito depende do nível da sua manifestação. Em última análise, o projeto espiritual é controlado pela Trindade, ou pelos dons de espírito, no nível de pré-Trindade, das personalidades da Trindade — Pai, Filho e Espírito.

Assim que um Filho tão perfeito e divino haja tomado posse da locação espacial do seu universo escolhido; assim que os problemas iniciais da materialização do universo e do equilíbrio bruto tenham sido resolvidos; assim que ele tenha formado uma união eficaz e cooperativa de trabalho com a Filha, complemento seu, do Espírito Infinito — então este Filho Universal e este Espírito Universal iniciam aquele enlace que se destina a dar origem às inúmeras hostes de filhos seus naquele universo local. Em conexão com esse evento, a focalização do Espírito Infinito do Paraíso, no Espírito Criativo, é transformada na sua natureza, assumindo as qualidades pessoais do Espírito Materno de um universo local.

Não obstante todos os Filhos Criadores serem, divinamente, como os seus progenitores do Paraíso, um não se parece exatamente com outro; cada um deles é único, diverso, exclusivo e original, tanto em natureza quanto personalidade. E posto que eles são os arquitetos e elaboradores dos planos da vida, nos seus respectivos reinos, essa diversidade mesma assegura que os seus domínios sejam também diversos em cada forma e fase da existência vivente nascida de um Michael, que pode ser criada ou subseqüentemente evoluir dele. Daí as ordens de criaturas nativas dos universos locais serem tão variadas. Não há dois universos que sejam administrados ou habitados por seres nativos de origem dual que sejam idênticos sob todos os aspectos. Dentro de qualquer superuniverso, cerca da metade dos seus atributos inerentes é muito semelhante, sendo derivada dos Espíritos Criativos uniformes; a outra metade varia, sendo derivada dos Filhos Criadores diversificados. Essa diversidade, no entanto, não caracteriza as criaturas apenas com origem no Espírito Criativo, nem os seres importados que são nativos do universo central ou dos superuniversos.

Quando um Filho Michael está ausente do seu universo, o governo deste é assumido pelo seu filho, o primogênito deste universo, o Brilhante Estrela Matutino, o executivo principal do universo local. O conselho e assessoramento do União dos Dias é muito valioso, em tais ocasiões. Durante tais ausências, um Filho Criador torna-se capaz de conferir ao Espírito Materno coligado o supercontrole da sua presença espiritual, nos mundos habitados e nos corações dos seus filhos mortais. E o Espírito Materno de um universo local permanece constantemente na sua sede-central, estendendo os seus cuidados protetores e ministério espiritual às partes mais afastadas do seu domínio evolucionário.

A presença pessoal de um Filho Criador, no seu universo local, não é imprescindível ao bom funcionamento de uma criação material estabelecida. Esses Filhos podem viajar ao Paraíso e, ainda assim, os seus universos seguirão os seus cursos, no espaço. Eles podem sacrificar as suas linhas de poder, para encarnarem-se como filhos do tempo; e, ainda assim, seus reinos girarão à volta dos seus respectivos centros. No entanto, nenhuma organização material é independente da atração da gravidade-absoluta do Paraíso, nem do supercontrole cósmico inerente à presença espacial do Absoluto Inqualificável.

3. A Soberania no Universo Local

A abrangência de um universo é dada a um Filho Criador por consentimento da Trindade do Paraíso, e com a confirmação do Espírito Mestre supervisor do superuniverso considerado. Essa ação constitui como que um título de posse física, um contrato cósmico de concessão; no entanto, a elevação de um Filho Michael, do seu estágio inicial e autolimitado de governo à supremacia experiencial de soberania autoconquistada, vem como resultado das suas próprias experiências pessoais, no trabalho da criação do universo e das auto-outorgas em encarnações. Até a realização da soberania conquistada por meio das auto-outorgas, ele governa como um vice-regente do Pai Universal.

Um Filho Criador poderia pleitear a sua ampla soberania sobre a sua criação pessoal a qualquer momento, mas, sabiamente, ele escolhe não o fazer. Se, antes de passar como criatura pelas auto-outorgas, ele assumisse uma soberania suprema, não conquistada, as personalidades do Paraíso que residem no seu universo local, retirar-se-iam. Todavia, isso nunca aconteceu nas criações do tempo e do espaço.

O fato da autoria criadora implica a plena soberania, mas os Michaéis escolhem conquistá-la experiencialmente; e, com isso, mantêm a colaboração total de todas as personalidades do Paraíso ligadas à administração do seu universo local. Não temos conhecimento de nenhum Michael que haja procedido de outro modo; mas todos eles poderiam fazê-lo, pois são Filhos verdadeiramente dotados de livre-arbítrio.

A soberania de um Filho Criador em um universo local passa por seis, talvez por sete, estágios de manifestação experiencial. Estes surgem na ordem seguinte:

1. A soberania inicial como vice-regente — a autoridade solitariamente provisória, exercida por um Filho Criador, antes que o Espírito Criativo Materno coligado adquira as qualidades da personalidade.
2. A soberania conjunta, como vice-regente — o governo conjunto do par do Paraíso, subseqüente à conquista da personalidade feita pelo Espírito Materno do Universo.
3. A crescente soberania de vice-regente — a autoridade em avanço de um Filho Criador, durante o período das suas sete auto-outorgas como criatura.
4. A soberania suprema — a autoridade estabelecida, que se segue à conquista feita após a sétima auto-outorga. Em Nébadon, a soberania suprema data do término da auto-outorga de Michael em Urântia. Tem existido por pouco mais de dezenove séculos, no vosso tempo planetário.
5. A crescente soberania suprema — o relacionamento avançado, que surge depois do estabelecimento em luz e vida de uma maioria dos domínios das criaturas. Este estágio pertence a um futuro, ainda não realizado, do vosso universo local.
6. A soberania trinitária — aquela que é exercida subseqüentemente ao estabelecimento do universo local inteiro, em luz e vida.
7. A soberania não revelada — as relações desconhecidas, de uma idade futura do universo.

Ao aceitar a soberania inicial, como vice-regente de um universo local projetado, um Criador Michael faz um juramento à Trindade, de não assumir a soberania suprema até que as suas sete auto-outorgas, como criatura, hajam sido completadas e certificadas pelos governantes do superuniverso. No entanto, se um Filho Michael não pudesse, segundo a sua vontade, pleitear tal soberania não conquistada, não teria sentido prestar o juramento de não o fazer.

Mesmo nas eras de pré-outorgas, um Filho Criador governa o seu domínio quase supremamente, quando não há nenhum desacordo entre quaisquer das suas partes. A limitação do governo dificilmente manifestar-se-á, se a soberania não for jamais desafiada. A soberania exercida por um Filho Criador antes das auto-outorgas, em um universo sem rebelião, não é maior do que em um universo com rebelião; mas, no primeiro caso, as limitações à soberania não são aparentes; no segundo, elas o são.

Se a autoridade ou administração de um Filho Criador chegar a ser contestada, atacada ou posta em perigo, ele está eternamente comprometido a manter, proteger, defender e, se necessário, recobrar a sua criação pessoal. Esses Filhos podem ser perturbados ou molestados apenas por criaturas da sua própria criação ou por seres mais elevados da sua própria escolha. Poderia ser inferido que os “seres mais elevados”, aqueles originários de níveis acima de um universo local, muito provavelmente não causariam problemas a um Filho Criador, e isso é verdade. Mas eles poderiam fazê-lo, se escolhessem assim fazer. A virtude é volitiva, na personalidade; a retidão não é automática, nas criaturas com livre-arbítrio.

Antes de completar a sua carreira de auto-outorgas, um Filho Criador governa sob certas limitações auto-impostas à própria soberania; mas, após terminar o seu serviço de auto-outorgas, ele governa pela virtude da sua experiência factual, recebida e feita na forma e à semelhança das suas múltiplas criaturas. Quando um Criador houver vivido, por sete vezes, entre as suas criaturas; quando a carreira de auto-outorgas se der por terminada, então ele estará supremamente estabelecido na autoridade do universo; e ter-se-á transformado em um Filho Mestre, um governante soberano e supremo.

A técnica de obter a soberania suprema sobre um universo local envolve os sete passos experimentais seguintes:

1. Penetrar, experiencialmente, em sete níveis de existência da criatura, mediante a técnica da auto-outorga de encarnação à semelhança das criaturas do nível em questão.
2. Fazer uma consagração experiencial, a cada fase da vontade sétupla da Deidade do Paraíso, tal como é personificada nos Sete Espíritos Mestres.
3. Atravessar cada uma das sete experiências, nos níveis da criatura, simultaneamente com o cumprimento de uma das sete consagrações à vontade da Deidade do Paraíso.
4. Em cada nível da criatura, retratar experiencialmente o auge da vida da criatura para a Deidade do Paraíso e para todas as inteligências do universo.
5. Em todos os níveis da criatura, revelar experiencialmente uma fase da vontade sétupla da Deidade, para o nível da auto-outorga e para todo o universo.
6. Unificar experiencialmente a experiência sétupla, como criatura, com a experiência sétupla de consagração à revelação da natureza e da vontade da Deidade.
7. Alcançar relações novas e mais elevadas com o Ser Supremo. A repercussão da totalidade dessa experiência de Criador-criatura implementa a realidade, no superuniverso, de Deus, o Supremo, bem como a soberania no espaço-tempo do Supremo Todo-Poderoso, e factualiza a soberania suprema, no universo local, de um Michael do Paraíso.

Ao estabelecer sobre a questão da soberania em um universo local, o Filho Criador não apenas está demonstrando a sua própria idoneidade para governar, mas está também revelando a natureza e retratando a atitude sétupla das Deidades do Paraíso. O entendimento finito e a apreciação da primazia do Pai, por parte da criatura, são concernentes à aventura de um Filho Criador, quando ele condescende em ter, por si mesmo, a forma e as experiências das suas criaturas. Esses Filhos primazes do Paraíso são os reveladores reais da natureza amorosíssima do Pai e da Sua autoridade benévola; o mesmo Pai que, em coligação com o Filho e o Espírito, é o centro universal de todo o poder, personalidade e governo em todos os reinos universais.

4. As Auto-outorgas dos Michaéis

Há sete grupos de Filhos Criadores auto-outorgadores, e eles são classificados assim, de acordo com o número de vezes que já se hajam outorgado a si próprios às criaturas dos seus reinos. Tais grupos abrangem desde a experiência inicial, passando pelas outras cinco esferas das auto-outorgas progressivas até atingir o sétimo episódio final da experiência criatura-Criador.

As auto-outorgas Avonais são sempre feitas à semelhança da carne mortal, mas as sete auto-outorgas de um Filho Criador envolvem o seu aparecimento em sete níveis de existência das criaturas e pertencem à revelação das sete expressões primárias da vontade e da natureza da Deidade. Sem exceção, todos os Filhos Criadores passam por essas sete doações de si próprios, aos seus filhos criados, antes de assumir a jurisdição estabelecida e suprema sobre os universos da sua própria criação.

Embora essas sete auto-outorgas variem, nos diferentes setores e universos, elas abrangem sempre a aventura da auto-outorga mortal. Nesta auto-outorga, a final, um Filho Criador aparece como um membro de uma das raças mortais mais elevadas, em algum mundo habitado, geralmente como um membro daquele grupo racial que contém o maior legado hereditário da cepa Adâmica, a qual anteriormente havia sido importada para elevar o status físico dos povos de origem animal. Apenas uma vez, na sua carreira sétupla de Filho auto-outorgado, um Michael do Paraíso nasce de mulher; tal como ficou para vós feito o registro do menino de Belém. Por apenas uma vez, ele vive e morre como um membro da mais baixa ordem de criaturas volitivas evolucionárias.

Após cada uma das suas auto-outorgas, um Filho Criador prossegue até “a mão direita do Pai” para então ganhar a aceitação do Pai às suas auto-outorgas e receber a instrução preparatória para o próximo episódio de serviço ao universo. Em seguida à sétima auto-outorga, a final, o Filho Criador recebe do Pai Universal a suprema autoridade e a jurisdição sobre o seu universo.

Segundo consta nos registros, o Filho divino que por último apareceu no vosso planeta foi um Filho Criador do Paraíso que havia já completado seis fases da sua carreira de auto-outorgas; conseqüentemente, quando ele se liberou da sua prisão na consciência da vida encarnada em Urântia, ele pôde dizer, e realmente disse: “Está consumado” — e estava literalmente terminado. A sua morte em Urântia completou a sua carreira de auto-outorgas; era o último passo para cumprir o juramento sagrado de um Filho Criador do Paraíso. E uma vez realizada essa experiência, tais Filhos tornam-se os soberanos supremos do universo; não mais governam como vice-regentes do Pai, mas sim pelo seu próprio direito, e em seu próprio nome, como “Rei dos Reis, e Senhor dos Senhores”. Com algumas exceções declaradas, esses Filhos de auto-outorgas sétuplas são supremos, irrestrita e inqualificavelmente, nos universos da sua morada. No que concerne ao seu universo local, “todo o poder nos céus e na Terra” foi delegado a esse Filho Mestre, triunfante e entronizado.

Os Filhos Criadores, após completarem as suas carreiras de auto-outorgas, são considerados uma ordem separada, a dos Filhos Mestres sétuplos. Pessoalmente, os Filhos Mestres são idênticos aos Filhos Criadores; mas já passaram por uma experiência tão singular de auto-outorgas, que são comumente encarados como uma ordem diferente. Quando um Filho Criador se digna a efetivar uma auto-outorga; uma mudança real e permanente está destinada a acontecer. É bem verdade que o Filho auto-outorgado continua sendo ainda nada menos do que um Criador, mas terá acrescentado à sua natureza a experiência de uma criatura; e isso o demove, para sempre, do seu nível divino de Filho Criador, elevando-o até o plano experiencial de Filho Mestre, aquele que conquistou plenamente o direito de governar um universo e administrar os seus mundos. Esses seres incorporam tudo o que pode ser assegurado a eles da paternidade divina, e abraçam tudo o que pode ser derivado da experiência da criatura perfeccionada. Por que deveria o homem lamentar-se da sua baixa origem e da sua carreira evolutiva forçada, quando os próprios Deuses devem passar por experiências equivalentes, antes de serem considerados experiencialmente condignos e, final e completamente, competentes para governar os seus domínios no universo?

5. A Relação dos Filhos Mestres com o Universo

O poder de um Michael Mestre é ilimitado, porque é derivado da coligação experienciada com a Trindade do Paraíso; é inquestionável, porque é derivado da experiência factual de como as criaturas sujeitam-se à própria autoridade daquele Filho. A natureza da soberania de um Filho Criador sétuplo é suprema, pois ela:

1. Abrange o ponto de vista sétuplo da Deidade do Paraíso;
2. Incorpora uma atitude sétupla das criaturas do espaço-tempo;
3. Sintetiza perfeitamente a atitude do Paraíso e o ponto de vista da criatura.

Essa soberania experiencial, assim sendo, é todo-inclusiva da divindade de Deus, o Sétuplo; e culmina no Ser Supremo. E a soberania pessoal de um Filho sétuplo é como a soberania futura do Ser Supremo, a ser completada em algum tempo, abrangendo, como o faz, o conteúdo mais pleno possível e manifestável do poder e autoridade da Trindade do Paraíso, dentro dos limites tempo-espaciais envolvidos.

Com a realização da soberania suprema, no universo local, o poder e a oportunidade de criar tipos inteiramente novos de criaturas e de seres deixa de ser do Filho Michael, durante a era presente do universo. Todavia, a perda do poder de um Filho Mestre, de originar ordens inteiramente novas de seres, de nenhum modo interfere com o trabalho estabelecido já e em processo do desdobramento da elaboração da vida; esse vasto programa de evolução do universo continua, sem interrupção ou saltos de encurtamento. A aquisição da soberania suprema feita por um Filho Mestre implica a responsabilidade, por meio da devoção pessoal, de fomentar e administrar aquilo que já foi projetado e criado, e aquilo que irá ser produzido subseqüentemente por aqueles que tiverem sido, para isso, designados e criados. Com o tempo, poder-se-á desenvolver uma evolução quase infindável de diversos seres, mas nenhum modelo ou tipo novo de criatura inteligente originar-se-á diretamente de um Filho Mestre, a partir de então. Esse é o primeiro passo, o começo de uma administração estável ou estabelecida em qualquer universo local.

A elevação de um Filho auto-outorgador à soberania inquestionável do seu universo significa o começo do fim da incerteza e da relativa confusão de toda uma idade. Posteriormente a esse evento, aquilo que não puder, em nenhum momento, ser espiritualizado, certamente irá desorganizar-se; aquilo que não puder ser, em algum momento, coordenado à realidade cósmica, irá finalmente ser destruído. Quando as reservas de misericórdia sem fim e de paciência inominável se houverem exaurido, em um esforço de ganhar a lealdade e a devoção das criaturas volitivas dos reinos, a justiça e a retidão prevalecerão. Aquilo que a misericórdia não puder reabilitar, a justiça finalmente irá aniquilar.

Os Michaéis Mestres são supremos nos seus próprios universos locais, uma vez que se hajam instalado como governantes soberanos. As poucas limitações ao seu governo são aquelas inerentes à preexistência cósmica de certas forças e personalidades. Para tudo mais, esses Filhos Mestres são supremos em autoridade, responsabilidade e poder administrativo, nos seus respectivos universos; são como Criadores e Deuses virtualmente supremos em todos os sentidos. Nada ultrapassa ou escapa à sua sabedoria, no que diz respeito ao funcionamento do seu universo.

Após a sua elevação à soberania estável de um universo local, um Michael do Paraíso tem o controle pleno de todos os outros Filhos de Deus que funcionam no seu domínio; e ele pode governar livremente, de acordo com o seu conceito das necessidades dos seus reinos. Segundo a sua vontade, um Filho Mestre pode variar a ordem de julgamento espiritual e ajustamento evolucionário dos planetas habitados. E esses Filhos fazem e executam os planos da sua própria escolha, em todas as questões envolvendo as necessidades planetárias especiais, e, em particular, no que diz respeito aos mundos nos quais tiveram permanência e, mais ainda, sobretudo no que concerne ao reino da auto-outorga terminal, o planeta da sua encarnação à semelhança da carne mortal.

Os Filhos Mestres parecem estar em comunicação perfeita com os mundos que receberam as suas auto-outorgas, não apenas com os mundos da sua permanência pessoal, mas com todos os mundos onde um Filho Magisterial haja auto-outorgado a si próprio. Esse contato é mantido pela sua própria presença espiritual, o Espírito da Verdade, que eles são capazes de “verter sobre toda a carne”. Esses Filhos Mestres também mantêm uma conexão ininterrupta com o Filho Materno Eterno, no centro de todas as coisas. Eles possuem um alcance compassivo advém de todos níveis, desde o Pai Universal, no alto, até as raças menos elevadas da vida planetária nos reinos do tempo.

6. O Destino dos Michaéis Mestres

Ninguém poderia, com autoridade final, ter a presunção de discutir as naturezas, nem os destinos dos Soberanos Mestres sétuplos dos universos locais; contudo todos nós refletimos muito sobre essas questões. Foi-nos ensinado, e acreditamos, que cada Michael do Paraíso é o absoluto dos conceitos da deidade dual da sua origem; assim, ele incorpora as fases factuais da infinitude do Pai Universal e do Filho Eterno. Os Michaéis devem ser parciais em relação à infinitude total, mas são, provavelmente, absolutos em relação àquela parte da infinitude envolvida na sua origem. Contudo, à medida que observamos os seus trabalhos na era presente do universo, não detectamos nenhuma ação que seja mais que finita; qualquer capacidade suprafinita em conjectura estaria, pois, autocontida, bem como ainda não revelada.

O cumprimento das carreiras de auto-outorga como criaturas e a elevação à soberania suprema, em um universo e para um Michael, devem significar a liberação completa das suas capacidades para ações-finitas, acompanhada do surgimento da capacidade para o serviço mais que finito. Pois, a esse respeito, notamos que esses Filhos Mestres são, então, limitados, na produção de novos tipos de seres-criaturas, restrição esta que se faz necessária, sem dúvida, em vista da liberação das suas potencialidades suprafinitas.

É altamente provável que esses poderes criadores, não desvelados, permaneçam autocontidos em toda a idade presente do universo. Contudo, em algum momento do futuro distante, nos universos do espaço exterior, ora em mobilização, acreditamos que o enlace entre um Filho Mestre e a Ministra Divina, o Espírito Criativo Materno do sétimo estágio, possa atingir níveis absonitos de serviço, acompanhados do surgimento de coisas, significados e valores novos nos níveis transcendentais de significação última universal.

Do mesmo modo que a Deidade do Supremo está-se factualizando, em virtude do serviço experiencial, os Filhos Criadores também estão atingindo a realização pessoal dos potenciais das divindades do Paraíso, contidos nas suas naturezas inescrutáveis. Quando estava em Urântia, o Cristo Michael disse, certa vez: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. E acreditamos que, na eternidade, o destino dos Michaéis seja literalmente constituírem-se “no caminho, na verdade e na vida” de todos; iluminando sempre a senda estreita que leva todas as personalidades do universo à suprema divindade, pela absonitude última, até a finalidade eterna da deidade.


[Apresentado por um Perfeccionador da Sabedoria de Uversa.]

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O NASCIMENTO DE JESUS A "LUZ DA VIDA" - O LIVRO DE URÂNTIA


O Nascimento de Jesus

Durante toda essa noite Maria estivera inquieta, de forma que nenhum dos dois dormiu muito. Ao amanhecer, as pontadas do parto já estavam bem evidentes e, no dia 21 de agosto do ano 7 a.C., ao meio-dia, com a ajuda e as ministrações carinhosas de mulheres viajantes amigas, Maria deu à luz um pequeno varão. Jesus de Nazaré havia nascido para o mundo; encontrava-se enrolado nas roupas que Maria tinha trazido consigo, para essa contingência possível, e deitado em uma manjedoura próxima.

Da mesma forma que todos os bebês tinham vindo ao mundo até então e viriam desde então, nasceu o menino prometido e, ao oitavo dia, conforme a prática judaica, foi circuncidado e formalmente denominado Joshua (Jesus).

No dia seguinte ao nascimento de Jesus, José fez o seu registro. Encontrando- se então com um homem com quem haviam conversado duas noites atrás, em Jericó, foi levado por ele até um amigo abastado que possuía um quarto na pousada e este homem se dispôs, com prazer, a trocar de quartos com o casal de Nazaré. Naquela tarde eles se mudaram para a pousada, onde ficaram por quase três semanas, até que encontraram hospedagem na casa de um parente distante de José.

Ao segundo dia após o nascimento de Jesus, Maria enviou uma mensagem a Isabel dizendo que o seu filho havia chegado e recebeu em resposta um convite feito a José, para ir a Jerusalém, a fim de falar de todos os assuntos com Zacarias. Na semana seguinte, José foi a Jerusalém para conversar com Zacarias. Zacarias e Isabel achavam-se ambos sinceramente convencidos de que Jesus estava destinado a se tornar o libertador judeu, o Messias; e que João, o filho deles, seria o seu principal colaborador, o braço direito no seu destino. E, já que Maria compartilhava dessas mesmas idéias, não foi difícil convencer José a permanecer em Belém, a cidade de Davi, para que Jesus pudesse crescer e se tornar o sucessor de Davi no trono de todo o Israel. Desse modo, permaneceram eles em Belém por mais de um ano, tendo José se dedicado ao seu ofício de carpinteiro durante esse tempo.

No dia do nascimento de Jesus, ao meio-dia, os serafins de Urântia, reunidos com os seus diretores, cantaram hinos de glória sobre a manjedoura de Belém, mas esses cânticos de glória não foram escutados por ouvidos humanos. Nenhum pastor, nem quaisquer outras criaturas mortais vieram prestar a sua homenagem ao menino de Belém, até o dia da chegada de certos sacerdotes de Ur, que haviam sido enviados de Jerusalém por Zacarias.

A esses sacerdotes da Mesopotâmia havia sido contado, há algum tempo, por um estranho professor religioso, do país deles, o qual em um sonho havia sido informado de que a “luz da vida” estava a ponto de aparecer sobre a Terra, na forma de um menino, entre os judeus. E os três sacerdotes partiram, pois, em busca dessa “luz da vida”. Após muitas semanas de infrutífera procura em Jerusalém, estavam para voltar a Ur, quando conheceram Zacarias que lhes confiou sobre a sua crença de que Jesus era o objeto da procura deles e os enviou a Belém, onde encontraram o menino e deixaram as suas oferendas com Maria, a sua mãe terrena. A criança estava então com quase três semanas de idade à época da visita deles.

Esses sábios homens não tiveram nenhuma estrela a guiá-los para Belém. A belíssima lenda da estrela de Belém originou-se da seguinte forma: Jesus nasceu aos 21 de agosto, ao meio-dia do ano 7 a.C. Em 29 de maio do mesmo ano houve uma extraordinária conjunção entre Júpiter, Saturno e a constelação de Peixes. E é um acontecimento astronômico marcante que conjunções semelhantes hajam ocorrido aos 29 de setembro e aos 5 de dezembro do mesmo ano. Com base nesses acontecimentos extraordinários, mas inteiramente naturais, os bem- intencionados zelotes, das gerações que sucederam, elaboraram a lenda atraente da estrela de Belém e dos Reis Magos adoradores, conduzidos pela estrela, até a manjedoura, para contemplar e adorar o recém-nascido. As mentes orientais e do Oriente-Próximo deleitam-se com fábulas e inventam constantemente belos mitos sobre a vida dos seus dirigentes religiosos e dos seus heróis políticos. Na falta de uma imprensa, quando a maior parte do conhecimento humano se transmitia, de uma geração a outra pela palavra saída da boca, era muito fácil que os mitos se tornassem tradição e que as tradições finalmente acabassem aceitas como fatos.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Esperança Abundante: CM - O QUE SIGNIFICA ESTAR DESPERTO

Às vezes prezados amigos,não compreendemos o que significa a consciência do Corpo Espiritual ou Eu Sou.Exatamente por ser essência e origem do que experenciamos em pensamentos,palavras e ações cotidianas,meios de expressão adequados à física dimensão.Êle é o incansável peregrino que busca retornar vitorioso ao convívio do Pai Criador,ao fim do aprendizado.Em determinada etapa,se requer que "seja o que é" pois não faz mais sentido que não irradie sua Luz,aonde estiver.É agora o sereno olhar,e parceiro para "qualquer tempo ruim",um sorriso estranho nos lábios e um calor no abraço.Nunca faltará,nunca negará,apenas"será"...
Shalom.

Esperança Abundante: CM - O QUE SIGNIFICA ESTAR DESPERTO: "

domingo, 15 de agosto de 2010